segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
nervos e ramos espinhais
domingo, 21 de novembro de 2021
Músculos da Coluna Lombar: Estrutura, Função e Importância para a Estabilidade Corporal
domingo, 24 de outubro de 2021
Deficiências na Mineralização Óssea: Entenda o Raquitismo e a Osteomalácia
O raquitismo e a osteomalácia são distúrbios ósseos caracterizados por falhas na mineralização, resultando em ossos mais frágeis e suscetíveis a deformidades. O raquitismo ocorre em crianças e está relacionado a anormalidades na formação da placa epifisária de crescimento, levando a áreas não mineralizadas, desorganização celular e atraso na maturação óssea. Já a osteomalácia afeta principalmente adultos e se caracteriza pela deficiência na mineralização da matriz osteoide do osso cortical e trabecular, resultando no acúmulo de tecido osteoide pouco mineralizado.
Ambas as condições compartilham causas semelhantes, sendo a principal a baixa disponibilidade de cálcio e fósforo, minerais essenciais para a rigidez óssea. Essa deficiência pode ser decorrente da má absorção intestinal, dietas inadequadas ou da insuficiência de vitamina D, que desempenha um papel fundamental na regulação desses minerais. Outras causas incluem doenças renais crônicas, distúrbios gastrointestinais que comprometem a absorção de nutrientes e o uso prolongado de certos medicamentos, como anticonvulsivantes.
Os sinais clínicos incluem dor óssea, fraqueza muscular, fadiga e maior predisposição a fraturas. Em crianças, o raquitismo pode levar a deformidades esqueléticas, como arqueamento das pernas e alterações no crescimento. Em adultos, a osteomalácia pode causar dor generalizada e dificuldades de locomoção. O diagnóstico envolve exames físicos, testes de sensibilidade óssea para avaliar o grau de amolecimento e exames laboratoriais para medir os níveis de cálcio, fósforo e vitamina D. Radiografias e densitometria óssea também podem ser utilizadas para avaliar a estrutura óssea.
O tratamento visa corrigir as deficiências nutricionais e melhorar a saúde óssea. A suplementação com cálcio, fósforo e vitamina D é essencial para restabelecer o equilíbrio mineral. Além disso, a exposição regular à luz solar é recomendada para estimular a produção natural de vitamina D pelo organismo.
A fisioterapia desempenha um papel fundamental na reabilitação dos pacientes, auxiliando no fortalecimento muscular, melhora do equilíbrio e prevenção de deformidades e quedas. Exercícios específicos podem ajudar a reduzir a dor, melhorar a mobilidade e restaurar a funcionalidade dos membros afetados. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de órteses para corrigir desalinhamentos ósseos e evitar complicações.
O acompanhamento médico contínuo é essencial para monitorar a resposta ao tratamento e prevenir recidivas. Com um diagnóstico precoce e um tratamento adequado, é possível melhorar a qualidade de vida do paciente e minimizar os impactos dessas condições na estrutura óssea e na mobilidade.
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
Ligamentos Lombares: Como Eles Mantêm Sua Coluna Forte e Livre de Dor
atividades como caminhar, correr e levantar peso.
sábado, 2 de outubro de 2021
como se forma distrofia muscular de Duchenne
segunda-feira, 27 de setembro de 2021
Qual é a epidemiologia da doença/ marcha escavante
A marcha escarvante, também conhecida como marcha em steppage, ocorre quando o paciente apresenta paralisia da dorsiflexão do pé, geralmente devido a uma fraqueza ou lesão no nervo fibular comum, nervo ciático ou na raiz nervosa de L5. Essa condição impede que o pé seja levantado adequadamente ao caminhar, fazendo com que a ponta dos dedos arraste no chão e aumente o risco de tropeços e quedas.
Para compensar essa dificuldade, o paciente adota um padrão de marcha característico, elevando excessivamente o membro inferior por meio de um movimento exagerado do quadril e do fêmur, na tentativa de evitar o contato da ponta do pé com o solo. Esse padrão gera um deslocamento anômalo e ineficiente, exigindo maior esforço muscular e comprometendo a estabilidade.
Além da fraqueza muscular, outros sinais comuns incluem hipotrofia da musculatura anterior da perna, flacidez e até mesmo lesões recorrentes nos dedos e unhas dos pés, devido ao contato constante com o solo. A marcha escarvante pode estar associada a diversas condições neurológicas, como neuropatia periférica, síndrome do túnel do tarso, esclerose múltipla e doenças do neurônio motor, entre outras.
Comparação com a Marcha Normal
Diferentemente da marcha escarvante, a marcha normal segue um ciclo coordenado e eficiente. O movimento inicia-se com a dorsiflexão do pé, permitindo que ele entre em posição neutra e ofereça suporte ao peso corporal. Em seguida, ocorre a flexão plantar, impulsionando o corpo para frente, enquanto o outro membro entra na fase de balanceio. Esse ciclo se repete de maneira contínua e sincronizada, garantindo estabilidade e eficiência na locomoção.
Já na marcha escarvante, a incapacidade de realizar a dorsiflexão impede a transição suave entre essas fases, resultando em um padrão irregular e compensatório.
Benefícios da Fisioterapia no Tratamento da Marcha Escarvante
A fisioterapia desempenha um papel essencial na reabilitação motora e funcional dos pacientes com marcha escarvante. O tratamento visa fortalecer a musculatura enfraquecida, melhorar a mobilidade e a coordenação dos movimentos, além de reduzir os riscos de quedas e lesões. Entre os principais benefícios da fisioterapia, destacam-se:
Fortalecimento Muscular – Exercícios específicos para os músculos tibial anterior, fibulares e extensores dos dedos ajudam a melhorar a dorsiflexão do pé.
Melhoria da Coordenação e Equilíbrio – Técnicas de reeducação postural e exercícios proprioceptivos ajudam o paciente a desenvolver um padrão de marcha mais seguro.
Alongamento Muscular – Trabalhar a flexibilidade dos músculos da perna evita contraturas e melhora a mobilidade articular.
Estimulação Neuromuscular – O uso de eletroestimulação pode auxiliar na ativação dos músculos paralisados ou enfraquecidos.
Uso de Órteses e Dispositivos Auxiliares – O fisioterapeuta pode recomendar órteses como o AFO (Ankle-Foot Orthosis) para oferecer suporte ao pé e evitar a queda durante a marcha.
Treinamento Funcional – Simulações de atividades diárias ajudam o paciente a readquirir autonomia e melhorar sua qualidade de vida.
O tratamento fisioterapêutico é individualizado e pode ser complementado com outras abordagens, como terapia ocupacional e intervenções médicas, dependendo da causa da marcha escarvante.
como é o disco intervertebral e como ele se divide
Os discos intervertebrais amortecem as cargas e pressões ao longo da coluna vertebral , diminuindo o risco de trauma sobre a coluna que possam provocar fratura na vertebra por contato osso a osso , o conjunto de disco intervertebral é considerado um complexo de sistemas hidráulicos que absorve choques , que permite uma compressão transitória em decorrência do deslocamento do liquido dentro do continente elástico que possibilita o movimento
O disco intervertebral é formado por anéis concêntricos em sua poção externa e por um núcleo gelatinoso (núcleo pulposo) formado por substancia hidrófilas que garante a retenção de agua , mantendo a capacidade de hidratação e flexibilidade do disco.
O disco intervertebral é formada por anulo fibroso e núcleo pulposo , o núcleo fibroso suporta as pressões submetidas a coluna vertebral transmitida pelo corpo vertebrais , são suas principais funções: Auxilia na estabilização dos corpo vertebrais adjacentes que permite o movimento entre os corpos vertebrais, atua como ligamento. Acessório, reter o núcleo pulposo em sua posição e funcionar como amortecedor de forças .
Já o núcleo pulposo por meio do seu descolamento, estimula o anel concêntrico na retenção das pressões e orienta o corpo quanto a posição da coluna vertebral são suas principais funções ; funcionar como mecanismo de absorção de forças, possibilita a troca de líquido entre os discos e os capilares vertebrais e atuar como eixo vertical de movimento entre duas vertebras .
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Ventilação Não Invasiva: Benefícios, Indicações e a Importância da Fisioterapia no Suporte Respiratório
quinta-feira, 16 de setembro de 2021
Avaliação Respiratória: Como Identificar Sinais e Sintomas Importantes
A avaliação dos sinais e sintomas respiratórios é essencial para determinar a conduta do fisioterapeuta respiratório, pois permite identificar alterações na mecânica ventilatória e possíveis comprometimentos na função pulmonar. Os principais parâmetros avaliados incluem:
Frequência respiratória: número de incursões respiratórias por minuto
Padrão respiratório: regularidade e simetria dos movimentos respiratórios
Uso da musculatura acessória: ativação de músculos do pescoço e do tórax para auxiliar na respiração
Presença de retrações: afundamento da pele entre as costelas ou na região do pescoço, indicando esforço respiratório
Alteração do ritmo respiratório: irregularidades na respiração, como pausas ou acelerações repentinas
Estado de consciência: nível de alerta do paciente, pois alterações podem indicar hipóxia (baixa oxigenação do sangue)
Frequência Respiratória Normal por Faixa Etária
A frequência respiratória varia conforme a idade do paciente. Os valores de referência são:
Adultos: 12 a 20 respirações por minuto (rpm)
Crianças menores de 2 meses: 35 a 60 rpm
Crianças de 2 a 11 meses: 30 a 50 rpm
Crianças de 12 a 59 meses: 20 a 45 rpm
Alterações na Frequência Respiratória
Quando a frequência respiratória foge dos valores normais, pode indicar diferentes condições clínicas:
Taquipneia: ocorre quando a frequência respiratória está acima do normal para a idade. Pode ser causada por febre, infecções respiratórias, insuficiência cardíaca ou ansiedade.
Bradipneia: caracteriza-se por uma frequência respiratória abaixo do normal, podendo estar associada a problemas neurológicos, uso de medicamentos sedativos, hipotermia ou fadiga muscular respiratória. Em casos mais graves, pode evoluir para apneia.
Apneia: interrupção completa da respiração por pelo menos 10 segundos. Pode ser central (quando o cérebro não envia sinais para respirar), obstrutiva (quando há bloqueio das vias aéreas, como na apneia do sono) ou mista (combinação das duas).
Relevância da Avaliação na Fisioterapia Respiratória
A fisioterapia respiratória desempenha um papel fundamental na reabilitação de pacientes com disfunções pulmonares, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), asma, bronquiolite, pneumonia e síndrome do desconforto respiratório. O monitoramento contínuo da frequência e do padrão respiratório auxilia na escolha das técnicas fisioterapêuticas mais adequadas, como exercícios de reexpansão pulmonar, manobras de desobstrução brônquica e técnicas de controle ventilatório.
Além disso, a identificação precoce de alterações na respiração permite intervenções rápidas, prevenindo complicações e melhorando a qualidade de vida do paciente.
segunda-feira, 6 de setembro de 2021
Lombalgia e Lombociatalgia: Causas, Sintomas e Mecanismos da Dor Lombar
A lombalgia é caracterizada por uma dor de origem mecânica localizada na região inferior da coluna vertebral, especificamente entre a última costela e a prega glútea. Essa dor pode surgir devido a esforços físicos excessivos em estruturas saudáveis ou, em alguns casos, devido a esforços normais em estruturas já lesionadas.
Quando essa dor se irradia para um ou ambos os membros inferiores, passa a ser denominada lombociatalgia. Já a ciatalgia, ou ciática, ocorre quando a dor se origina na raiz da coxa e pode se estender unilateral ou bilateralmente, ultrapassando o joelho. A intensidade e a extensão da dor variam conforme a raiz nervosa comprometida.
Sintomas Associados às Lombalgias
Além da dor lombar, os pacientes podem apresentar uma série de sintomas que auxiliam no diagnóstico diferencial das dores na coluna, tais como:
Dor em regiões adjacentes, como nádegas, pernas e pés;
Dor na região torácica da coluna vertebral;
Alterações de sensibilidade, como formigamento ou dormência;
Redução da força muscular;
Limitação na amplitude de movimento da coluna;
Desconforto ao realizar movimentos ativos ou esforços como tossir e evacuar;
Alterações nos reflexos;
Claudicação (dificuldade ao caminhar devido à dor);
Disfunções vesicais, como perda de controle urinário;
Impacto emocional, incluindo ansiedade e depressão.
Causas e Mecanismos da Lombalgia Mecânica
As lombalgias de origem mecânica são as mais comuns e estão associadas a desequilíbrios musculares que levam a alterações no movimento da coluna. Nesses casos, é frequente a presença de hipertonia (aumento da tensão muscular) e espasmos musculares.
A dor geralmente se restringe à região lombar, podendo, em alguns casos, irradiar-se para as coxas. Pode surgir repentinamente ao acordar, muitas vezes acompanhada da sensação de que a coluna está desalinhada, ou pode ser desencadeada por movimentos bruscos, especialmente de flexão do tronco.
Fatores como má postura, sedentarismo, sobrecarga mecânica e processos degenerativos da coluna também contribuem para o desenvolvimento da lombalgia. O tratamento envolve abordagens como fisioterapia, fortalecimento muscular, mudanças posturais e, em alguns casos, uso de medicamentos para alívio da dor.
quinta-feira, 2 de setembro de 2021
Limitações e Alternativas da Percussão Torácica em Recém-Nascidos e Lactentes: Segurança e Eficácia na Fisioterapia Respiratória
A eficácia da percussão torácica depende da força aplicada na manobra e da rigidez do tórax. Em recém-nascidos e lactentes, sua efetividade é amplamente questionada devido às características anatômicas e fisiológicas dessa faixa etária, o que levanta preocupações sobre sua real indicação e segurança.
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
"Reflexo de Estiramento: Mecanismos, Funções e Importância no Controle Neuromuscular
O reflexo de estiramento é um mecanismo neuromuscular essencial para a manutenção da postura, do equilíbrio e da coordenação dos movimentos. Esse reflexo é mediado pelos fusos musculares, que são receptores sensoriais localizados dentro do músculo e responsáveis por detectar variações no seu comprimento.
Mecanismos do Reflexo de Estiramento
Quando a região central de um fuso muscular é levemente esticada, tanto as terminações primárias quanto as secundárias aumentam a frequência de impulsos nervosos em proporção ao grau de estiramento. Esse aumento na atividade neural é denominado resposta estática, sendo fundamental para a regulação do tônus muscular.
Acredita-se que essa resposta estática seja mediada pelas fibras intrafusais, que se dividem em fibras em bolsa nuclear e fibras em cadeia nuclear. Essas fibras trabalham em conjunto para garantir que o músculo responda de maneira adequada às variações de comprimento.
Quando o músculo é submetido a um alongamento súbito e rápido, a fibra sensorial primária do tipo Ia exibe uma resposta intensa e transitória chamada resposta dinâmica. Esse fenômeno ocorre porque as fibras intrafusais do tipo bolsa nuclear são especialmente sensíveis a mudanças rápidas de comprimento, permitindo ajustes imediatos no controle motor.
As fibras sensoriais do tipo I entram na medula espinhal através das raízes dorsais e fazem sinapse diretamente com neurônios motores monossinápticos. Esses neurônios inervam as fibras extrafusais, que são responsáveis pela contração efetiva do músculo. Esse circuito neural forma a base do reflexo de estiramento, um dos reflexos mais rápidos do sistema nervoso.
Componentes do Reflexo de Estiramento
Esse reflexo possui duas fases distintas:
1. Fase dinâmica – ocorre durante o estiramento ativo do músculo, quando a taxa de disparo dos fusos musculares aumenta rapidamente. Esse componente é essencial para corrigir movimentos súbitos e manter a estabilidade articular.
2. Fase estática – ocorre após o músculo atingir um novo comprimento, mantendo uma atividade neural sustentada para garantir o tônus muscular adequado.
Funções e Importância do Reflexo de Estiramento
O reflexo de estiramento desempenha diversas funções essenciais para o controle motor, tais como:
Amortecimento de movimentos oscilatórios e bruscos: evita tremores e instabilidades durante a execução de movimentos finos.
Manutenção do tônus muscular: assegura que os músculos permaneçam em um estado de prontidão para responder a estímulos externos.
Ajuste postural automático: permite que o corpo corrija sua postura em resposta a perturbações súbitas, como oscilações no solo.
Facilitação da coordenação motora: garante que diferentes grupos musculares trabalhem de maneira sincronizada.
Além disso, o reflexo de estiramento está intimamente ligado ao controle voluntário do movimento. Os neurônios motores gama, por exemplo, ajustam a sensibilidade dos fusos musculares, modulando sua resposta de acordo com a necessidade da atividade motora. Esse mecanismo garante que os reflexos musculares se adaptem a diferentes demandas biomecânicas, como caminhar, correr ou carregar objetos pesados.
Implicações Clínicas
Alterações no reflexo de estiramento podem estar associadas a diversas condições neurológicas, como:
Hiporreflexia (redução do reflexo) – pode indicar lesões nos nervos periféricos ou na medula espinhal.
Hiperreflexia (aumento do reflexo) – ocorre frequentemente em distúrbios do sistema nervoso central, como lesões cerebrais e doenças neurodegenerativas (ex: esclerose múltipla).
Espasticidade – caracterizada por reflexos de estiramento exagerados, comum em pacientes com lesões medulares ou paralisia cerebral.
Por isso, a avaliação clínica do reflexo de estiramento é fundamental para o diagnóstico de diversas doenças neuromusculares.
domingo, 22 de agosto de 2021
A Maturação Pulmonar do Feto ao Recém-Nascido: Processos e Implicações Clínicas
A maturação pulmonar é um processo complexo e essencial para a adaptação do recém-nascido à vida extrauterina. Durante a gestação, os pulmões do feto passam por diferentes estágios de desenvolvimento, sendo a maturação do sistema respiratório um fator determinante para a viabilidade neonatal. Bebês prematuros, especialmente aqueles nascidos antes das 28 semanas, apresentam maior risco de complicações respiratórias devido à imaturidade pulmonar e à deficiência de surfactante, o que pode levar à Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR).
quarta-feira, 11 de agosto de 2021
Quais complicações do sistema urinário e pulmonar em pacientes queimados
A desidratação transforma uma queimadura de espessura de parcial viável em uma queimadura de espessura total , aumentando a morbilidade e a mortalidade . devido ao aumento de permeabilidade vascular , o organismo perde aproximadamente 4,4ml de liquido por quilograma por hora , precisando , portanto de uma reposição volêmica muito agressiva , Mas na ausência de uma reposição volêmica agressiva, ocorre redução do débito cardíaco e do fluxo plasmático renal, e consequentemente a insuficiência renal. Pessoas que sofreram queimaduras faciais também acomete os traquitos respiratórios como pulmões e todo o sistema nasofaringe e traqueia isso acontece devido o envenenamento por monóxido de carbono que causa lesões na traqueia , obstrução nas vias aerias superiores , 70% dos pacientes com lesões por inalação apresentam queimaduras faciais , porem 30% dos pacientes com queimaduras faciais apresentam lesões significativa do trato respiratório
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
Quais são os níveis que ajuda no diagnósticos do paciente
Postagem em destaque
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